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Sexta 31/03/2017 - 12h01


JUSTIÇA

Servidor que atirou em chefes do MP divulga nova carta

Na carta, servidor apresenta novos relatos sobre plano de matar dois procuradores e um promotor de Justiça

PORTAL TRIBUNA DO NORTE

Em uma nova carta, escrita a punho de dentro de uma das celas do CDP da Ribeira, em Natal, onde está custodiado desde que se apresentou à polícia, Guilherme Wanderley detalha como tentou realizar o triplo homicídio, diz que está "muito arrependido".  A carta, com data desta quinta (30), foi publicada na manhã desta sexta (31) no jornal Tribuna do Norte. O advogado de defesa de Guilherme, Jonas Antunes, disse que tomou conhecimento da carta pela imprensa, mas preferiu não comentar o conteúdo dela. 

 "Foi uma cegueira bem mais forte do que eu. Agora terei muito, muito tempo para pensar no meu ato”, escreve o atirador em trecho da carta.

Guilherme Wanderley, de 44 anos, trabalhava no MP há 20 anos. Por volta das 11h da sexta-feira (24), ele invadiu uma reunião onde estava o procurador-geral de Justiça do RN, Rinaldo Reis. Ele chegou a atirar contra Rinaldo, mas errou. No entanto, conseguiu acertar o  promotor público Wendell Beetoven nas costas e dois tiros no procurador-geral adjunto, Jovino Sobrinho. Ele estava sendo procurado pela polícia e se apresentou no final da manhã do sábado (25). Depois disso, ficou preso por força de um mandado de prisão preventiva e foi levado para o Centro de Detenção Provisória da Ribeira.

 

 

 


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